Desvendando os Mitos: 7 Malefícios do Ovo de Galinha na Saúde

Cuidar da dieta é essencial para manter uma vida saudável e equilibrada. Embora os ovos ofereçam benefícios nutricionais, é crucial considerar esses potenciais malefícios e consumi-los com moderação.

Por: Galeria de Notícias

Impacto no Colesterol

O ovo é rico em colesterol, o que pode ser prejudicial para pessoas com problemas cardíacos pré-existentes. Consumir ovos em excesso eleva os níveis de colesterol LDL, conhecido como "colesterol ruim", aumentando o risco de doenças cardíacas e acidente vascular cerebral (AVC).

Alergias Alimentares

Os ovos são uma das principais causas de alergias alimentares, especialmente entre crianças. A proteína albumina, presente na clara do ovo, é o agente mais comum que desencadeia reações alérgicas, que podem variar de erupções cutâneas a anafilaxia grave.

Risco de Salmonella

O consumo de ovos mal cozidos ou crus eleva significativamente o risco de infecção por Salmonella, uma bactéria que causa gastroenterite severa. Os sintomas incluem diarreia, febre e cólicas abdominais, podendo ser mais graves em crianças e idosos.

Problemas de Digestão

Pessoas com sensibilidade digestiva podem experienciar desconforto ao consumir ovos. A gema do ovo contém uma substância chamada lecitina, que pode ser difícil de digerir para algumas pessoas, resultando em náuseas, gases ou diarreia.

Contribuição para Doenças Crônicas

Estudos sugerem que o consumo excessivo de ovos pode estar associado a um aumento no risco de desenvolver diabetes tipo 2 e alguns tipos de câncer, como o de próstata. A moderação é essencial ao incluir ovos na dieta.

Impacto Ambiental

A produção de ovos em larga escala tem um impacto ambiental significativo, incluindo a emissão de gases de efeito estufa, uso intensivo de água e desmatamento para cultivo de grãos para alimentação das galinhas.

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Sobrecarga de Gorduras Saturadas

A gema do ovo é alta em gorduras saturadas, que podem contribuir para o aumento dos níveis de colesterol no sangue. Dietas ricas em gorduras saturadas estão ligadas a um maior risco de doenças cardíacas.

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